sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Instituto Ricardo Brennand é o melhor Museu da América do Sul

- O espaço recifense retrata parte da história da formação do nosso país, através de conjunto único do período

Inaugurado em 12 de setembro de 2002, o Instituto Ricardo Brennand, na Várzea, zona Oeste do Recife, já se consolidou como um dos mais importantes centros culturais do país. Pelo segundo ano consecutivo o centro cultural, foi reconhecido pelo prêmio Travelers’ Choice Museums, doTripAdvisor®, maior site de viagens do mundo, como o melhor museu da América do Sul e 19° museu do mundo.

O Travelers' Choice Museums 2015 reconheceu os melhores museus do mundo de acordo com a opinião de milhões de usuários mensais do site.No total, são 591 ganhadores, incluindo os 25 melhores do mundo e listas para a Ásia, Canadá, Europa, Índia, América do Sul, Pacífico Sul, Inglaterra e Estados Unidos. Outro museu que recebeu boa colocação foi o Inhotim, em Brumadinho, Minas Gerais, que levou a segunda colocação nacional e a 20° posição mundial.
O Instituto RB está na rota de grandes exposições mundiais pela capacidade técnica da pinacoteca ali instalada. Idealizado pelo empresário e colecionador Ricardo Coimbra de Almeida Brennand, o complexo reúne, em mais de 30 mil metros quadrados, obras de arte adquiridas durante cerca de 60 anos de colecionismo e está distribuída num complexo cultural que compreende a Pinacoteca, o Castelo São João, a Galeria, a Biblioteca, o Parque de Esculturas dos Jardins e a Capela Nossa Senhora das Graças. 

Em mais de uma década, o IRB contabiliza mais de 2,2 milhões de visitantes e, destes, cerca de 400 mil foram alunos de escolas públicas e privadas de Pernambuco e de outros estados. Com esta iniciativa, vários estudantes conheceram, gratuitamente, todo o acervo, em visitas monitoras pela equipe de arte educadores. A cada última terça-feira de cada mês, o instituto também franquia entrada gratuita ao público em geral, o que já beneficiou mais de 50 mil pessoas.

O complexo oferece quatro exposições permanentes, além de mostras pontuais. Entre o acervo permanente, figuram as obras que compõem “Frans Post e o Brasil Holandês”, com telas criadas pelo primeiro pintor da paisagem brasileira. O IRB é detentor de 10% de toda a produção do artista no mundo. Também merece destaque as mostras permanentes “Coleção de Vidros Janete Costa e Acácio Borsoi” e o Museu das Armas, uma mostra das artes nas guerras.

Também merece destaque a biblioteca da instituição. Com cerca de 60 mil títulos, entre coleções históricas, documentos, livros, partituras, periódicos, discos, mapas e folhetos focados na História do Brasil Holandês, atraem estudiosos e curiosos que podem conferir, por exemplo, obras de Piso e Margraf (1648) e o admirável livro de Gaspar Barléu, "Rerum per octennnium in Brasília...." chamado apenas de Barléus (1647), considerada a publicação mais importante do Brasil Holandês".

Atualmente o Instituto Ricardo Brennand está em cartaz com a exposição Paisagens Brasileiras, que compõe a coleção particular do industrial Ricardo Brennand. A mostra é composta por mais de duzentas obras, com telas de artistas como Calixto, Rugendas, Debret, Castagneto e Fachinneti, que retratam as paisagens do Recife, Olinda, Rio de Janeiro, Porto de Santos e Salvador, no século XIX e início do século XX.

Nossas instalações

Pinacoteca - O espaço cultural, que completou no dia 12 de setembro de 2014, 12 anos de funcionamento, mantém uma pinacoteca com rico e variado acervo, enfocando o período Brasil-Holandês, com documentos, telas, objetos e outras curiosidades sobre a formação histórica do povo brasileiro. O complexo oferece exposições permanentes: “Frans Post e o Brasil Holandês”, com cerca de 10% de toda a produção do artista no mundo; “Paisagens Brasileiras do Século XIX”, com telas de nomes como Rugendas; “Coleção de Vidros Janete Costa e Acácio Borsoi” e “O Julgamento de Nicolau Fouquet”, integrada por um conjunto de 48 esculturas em cera, em tamanho real, que retrata o episódio político da França de Luís XIV, o chamado Rei Sol que levou à prisão perpétua o superintendente de Finanças, Nicolau Fouquet.

 Museu Castelo São João - O museu abriga a maior coleção de armas brancas do mundo,  de um colecionador particular. Neste prédio os visitantes podem conferir vários modelos de armaduras e telas orientalistas, além de algumas esculturas em mármore. Ficam expostas mais de seis mil peças provenientes da França, Holanda e outros lugares da Europa e do Brasil. Na edificação inspirada nos velhos monumentos medievais, encontram-se espadas, adagas, canivetes, lâminas com armas de fogo acopladas, entre outros, que testemunham acontecimentos históricos e as artes da guerra e da caça em seis séculos de história.

Entre os destaques, vinte e sete armaduras completas, como o raríssimo conjunto cavalo-cavaleiro-com-armadura em estilo Maximiliano, de origem germânica, do século XVI e instalado na Sala dos Cavaleiros. A coleção de armaria também envolve algumas curiosidades, como uma armadura para cachorro, do século XIV, e escudos e armaduras de combate em estanho, do século XVII, distribuídas em vários espaços do Museu Castelo. Tudo isso está reunido em meio a estátuas, tapeçarias e pinturas de vários estilos (orientalistas e impressionistas) e escolas de arte do século XIX (italiana e francesa), além do vasto conjunto de iconografias e paisagens do País.

Galeria - Construída em 2011 é um espaço com uma área total de 1021,89 m2, criada para receber mostras nacionais e internacionais, como a exposição “Dores da Colômbia”, de Fernando Botero (2012) e "100 anos de Odorico Tavares - Sonhos e desejos de um colecionador" (2012-2013), com acervo do jornalista pernambucano e amante das artes. O espaço possui suas dependências devidamente climatizadas, com controle de temperatura dentro dos rigorosos padrões que exigem exposições deste porte e umidade ajustada. É composta por dois salões, com sala oitavada (oito lados iguais) ligada a uma torre decorada com uma réplica do Pensador, de Auguste Rodin e um terraço.

Biblioteca - Com cerca de 60 mil títulos, entre coleções históricas, documentos, livros, partituras, periódicos, discos, mapas e folhetos focados na História do Brasil Holandês, atraem estudiosos e curiosos que podem conferir, por exemplo, obras de Piso e Margraf (1648) e o admirável livro de Gaspar Barléu, "Rerum per octennnium in Brasília...." chamado apenas de Barléus (1647), considerada a publicação mais importante do Brasil Holandês". No rico acervo do IRB, consta-se também a edição do livro Restauracion de la ciudad del Salvador, Baía de Todos-Sanctos en la província del Brasil. Por las Armas de Don Phelippe IV, El Grande –Madrid (1628). Obra essencial a respeito da restauração da cidade de Salvador, retomada pelos espanhóis em 1625, por Vargas, Thomas de Tamayo Vargas. Exemplar excepcional, talvez o único conhecido, com dedicatória do autor. Ainda: obra de Joannes de Laet – Beschyvinghe van West-Indien – Leyden, bij de Elzvier (1630) sobre as primeiras conquistas holandesas no Brasil, ilustrado com mapas de Olinda e Pernambuco.

Galeria a céu aberto - No Instituto Ricardo Brennand, as obras que integram seus diversos espaços expositivos se misturam ao verde do ambiente acolhedor e agradável. Desde sua abertura em 2012, esculturas vêm sendo espalhadas nos seus jardins, uma área de 18 metros mil metros quadrados, dotados também com plantas típicas da Mata Atlântica e réplicas de esculturas famosas como o Pensador de Auguste Rodin (1840 – 1917), em bronze e com 1,80m de altura. A obra, criada em 1882 para a monumental obra a Porta do inferno, coincidentemente, foi a primeira do artista colocada em um espaço público em Paris, em 1904.

Capela Nossa Senhora das Graças - O novo templo, inaugurado no início de 2014 dispõe de 600 metros quadrados, 21 metros de altura, podendo receber até 300 pessoas sentadas. Está inserida em uma área cercada por vegetação de 10 mil metros quadrados. Quem produziu o design técnico da Igreja foi Edgar Ulysses de Farias Filho, as talhas e carpintaria ficaram por conta do Mestre Nido (Eronildes José Carlos Honorato).

No altar principal está suspensa uma imagem central que representa a figura de Jesus Cristo, assinada por Elias Sultanum, em tamanho natural. A nova construção conta ainda com rosáceas de Sérgio Mantur, elementos fundamentais usados em catedrais durante o período gótico, que transmitem, através da luz e da cor, o contacto com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado e catorze anjos de autoria do artista Ricardo Cavani Rosas.


SERVIÇO:
Instituto Ricardo Brennand
Engenho São João, s/n, na Várzea (Alameda Antônio Brennand) – Recife - PE
Funcionamento: De terça a domingo, das 13h às 17h.
Entrada: R$20,00/inteira e R$10,00/meia-entrada.  
Informações: (81) 2121-0352/0365










Com informações da assessoria.




















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