segunda-feira, 4 de abril de 2016

Abertura do XVII todos verão teatro da FETEAPE será 08 de abril no teatro Apolo.



Comemorando seus quarenta (40) anos de fundação, a Federação de Teatro de Pernambuco – FETEAPE, realiza a XVII edição do festival TODOS VERÃO TEATRO - o primeiro projeto de popularização do teatro de Pernambuco, reunindo  pela primeira vez de forma “competitiva”  13 espetáculos, sendo 11 de todo estado de Pernambuco, 01 da Paraiba e 01 do Ceará,  além de 01 oficina de maquiagem artística. Os espetáculos selecionados serão avaliados durante suas apresentações por uma comissão julgadora formada por profissionais da área definida pela coordenação do festival, que escolherá nas categorias adultas e infantis: Melhor espetáculo; melhor direção; melhor ator; melhor atriz; melhor ator coadjuvante; melhor atriz coadjuvante; ator revelação; atriz revelação; melhor cenário; melhor figurino; melhor sonoplastia; melhor iluminação e melhor maquiagem.  Os premiados receberão o troféu “Socorro Raposo”, a reconhecida e primeira atriz a interpretar a compadecida, da obra de dramaturgo Ariano Suassuna, que durante anos esteve a frente da Dramart Produções, filiada a Feteape.   Os ingressos custarão R$10,00 e R$ 5,00 reais.

HOMENAGEADO - O Evento homenageia o Produtor, Diretor, iluminador e Professor JOSÉ FRANCISCO FILHO- Presidente fundador  da FETEAPE.  José Francisco de Paula Cavalcanti Filho (Recife PE 1947). Diretor e professor. Desde 1970, realiza encenações de textos clássicos e contemporâneos. Tem se dedicado também ao teatro para a infância e a juventude. Sua versatilidade o faz transitar entre o trágico e o cômico com desenvoltura, mas são suas experimentações com a comicidade que o notabilizam como encenador. 
Além de trabalhar como encenador, José Francisco Filho atua intensamente na formação de grupos de teatro e na consolidação de entidades de classe, a exemplo da Federação de Teatro de Pernambuco (Feteape) e da Associação dos Produtores de Teatro de Pernambuco (Apatedepe).

Para chegar aos 40 anos, muitos nomes importantes do nosso teatro tiveram papeis de destaque neste processo político de organização do Movimento Teatral de Pernambuco, tais como: Waldemar de Oliveira, Diná de Oliveira, João Ferreira, Argemiro Pascoal, Zara Santiago, José Francisco Filho, Marcus Siqueira, Valdir Coutinho entre outros se reuniram e fundaram a FETEAPE. Hoje, em 2015, por mais de três décadas, a FETEAPE foi e continua sendo marcada pela gestão de cada um de seus presidentes, dezesseis no total, podendo, até mesmo concluirmos, que sua história são as diretrizes traçadas por cada um desses nomes em particular. Foram eles: José Francisco Filho, Marcus Siqueira, Celso Muniz, Conceição Acioli, Paulo de castro, Zélia Sales, José Manuel, Tereza Amaral, Willians Santanna, Didha Pereira, Feliciano Felix, Romualdo Freitas, Zácaras Garcias, Roberto Carlos, Sebastião Costa e atualmente Roberto Xavier. Todos deram sua contribuição com seus Diretores e colaboradores, tais como: Romildo Moreira, Antonio Cadengue, Rudimar Constâncio, Albemar Araújo, Paulo Maffe, Edjeso Ferreira, Manoel Constantino, Reinaldo de Oliveira, Odé Felix e muitos outros para que a FETEAPE chegasse aos seus 40 anos de existência, sempre trabalhando na perspectiva de dias melhores para o movimento artístico, tendo como base a formação, a reciclagem, o intercâmbio e o fortalecimento das artes cênicas.

Nesse formato “competitivo” o  ”XVII Todos Verão Teatro” levará aos palcos 13 espetáculos, sendo 08 espetáculos adultos e 05 espetáculos infantis, são eles:



PROGRAMAÇÃO COMPLETA
XVII TODOS VERÃO TEATRO
Troféu Socorro Raposo


TEATRO APOLO  Fone:3355-3319/ 3355-3321 - ABERTURA

08/ Abril (Sexta)  - 20:00 Horas - ADULTO CHICO COBRA E LAZARINO – Assartic – Caruaru – PE.

A comédia, conta a história de dois personagens: o farmacêutico, Francisco Carneiro, um homem apaixonado por pastoril e pela literatura de cordel. Se sentido rejeitado, resolve se vingar-se de toda cidade de Coité. Toda primeira sexta-feira do mês, as cinco horas da manhã ali, na encruzilhada, se preparando para sua vingança. No seu ritual veste-se de cangaceiro, e com a ajuda de um chá alucinógeno da casca de jurema, vive os conflitos de sua memória, e o inconsciente de seus desejos, passando a se chamar de “Chico Cobra o perverso”. Mas, por ironia do destino, Lazarino, o vendedor de bodes e rezador, sai de casa atrasado, e se encontra com Chico Cobra na encruzilhada. A partir desse encontro, os planos dos dois não serão mais os mesmos. Misto de aventura e comédia, o diálogo entre os dois provoca reflexões sobre o papel do homem no mundo, e nos faz questionar a que banda realmente pertencemos.

As peças teatrais de Racine Santos atualizam imagens referentes ao Nordeste e ao nordestino, como Nordeste do homem simples, nordestino viril, cangaceiro e religioso e outras, já cristalizadas no ambiente sociocultural, elaborando, com isto, um conceito de “popular” para a cultura nordestina. O conceito de cultura popular do Nordeste que Racine escreve no seu teatro, é comparativa entre sua obra e a do seu contemporâneo, Ariano Suassuna, que também escreveu teatro em defesa do que considera “cultura popular nordestina”.

A dramaturgia popular

Quando li Chico Cobra, fiz uma viagem à dramaturgia nordestina referenciada na cultura de uma região, onde magia e encantamento dão substratos a um imaginário poético, que se recusa a ceder às imposições de uma racionalidade moderna. Tanto no interior, quanto na periferia das grandes cidades, reduto de animismo povoam de narrativas míticas os ritos da vida popular, que se refaz em novos encantamentos.

Voltando as minhas releituras, vou descobrindo mais com Chico cobra e Lazarino, vou mim encantado, e mim encantando, vou mim transportando a outra dimensão da realidade, no caso a dimensão artística. Isto só é possível ao teatro de uma região onde a realidade é reinventada em metáforas e mimeses, verdade/imaginação, que se confundi na linguagem dos sonhos, para produzir uma sociedade de visionários, justiceiros de reinos encantados e pavões voadores. Que o digam os feirantes, os poetas do cordel, da cantoria e da embolada de coco, os cegos rabequeiros, os sanfoneiros alucinados, os artesões inventores e as jornadas de pastoril desse nordeste brasileiro em todos os seus devires, contraditório em sua riqueza, mas nunca pobre de espírito.

A Montagem: O processo de montagem mim fez visualizar uma pedra na encruzilhada em que a história se passa. A pedra que o poeta fala em sua poesia: “no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. E nesse caminho se encontra Chico Cobra e Lazarino, dois destinos, duas vidas, nas encruzilhadas da vida.

A literatura de cordel é “puro” na sua essência, na nossa cultura nordestina, daí o objetivo, não só de registrar o que chamamos de tradição da região nos escritos de cordéis, mas acredita ser necessário passar essa tradição para os mais jovens, através do teatro.

Lamartine Duarte: é conhecido pelo personagem que faz durante o São João o Coroné Cornelho, é Artista Plástico, Ator e Comediante. 

Nelson Lima: cordelista, ator e poeta. 

Jô Albuquerque: Dramaturgo, Diretor e Ator é presidente da Associação dos Artistas de Caruaru.
Ficha Técnica:
Diretor: Jô Albuquerque
Elenco:  Lamartine Duarte e Nelson Lima
Iluminador: Marcelo Mota
Sonoplastia: Rafael Amancio



TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA – Fone: 3184-3057

·          09/ Abril (Sábado) - 16:00 horas - INFANTIL - ARUÁ, O BOI ENCANTADO – Garanhuns - PE
Sinopse: Lourenço, vaqueiro rico dono do cavalo Voador, o mais rápido da região, perturba-se com um boi estranho rondando a propriedade e decide ir atrás do bicho. Mas dizem que “só um vaqueiro que não tem mau pensamento é que pode pegá-lo". Depois de realizar várias tentativas sem êxito, ele segue para a última perseguição quando terá que enfrentar vários desafios, inclusive o de tentar vencer o orgulho e o de ver fraquejar o cavalo que ele tem como amigo.  O espetáculo "Aruá, O Boi Encantado" foi apresentado a mais de 500 pessoas no Parque Euclides Dourado, no 24º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), Agreste pernambucano. A Troupe Azimute, responsável pela montagem, já enfrentou platéias de milhares de pessoas, mas o público recente foi considerado um recorde naquele espaço, indo além da lotação. Foi preciso que a coordenação organizasse as cadeiras e que crianças sentassem no colo dos pais. Não bastasse esta alegria, a companhia de teatro Garanhuense foi selecionada para apresentar a peça na Mostra Na Lona 2014,  realizado em agosto na cidade de Hortolândia, São Paulo. o grupo já levou a peça a sete cidades de SP, a Troupe Azimute informou que também receberá o prêmio de segundo lugar na classificação geral dos espetáculos da mostra.

                       ELENCO

Julierme Galindo – Lourenço
Duvennie Pessôa – Carmita (esposa de Lourenço)
Nadiel Torres – Tiúba (empregado de Lourenço) e Velhinha Encantada
Raphael Santos– Vaqueiro-Narrador e Vaqueiro I
João Paulo Costa– Vaqueiro II
Neilson Neves – Vaqueiro III
Bichos
Papagaio – Duvennie Pessôa
Ema – Nadiel Torres
Boi Aruá – Duvennie Pessôa, João Paulo Costa e Neilson Neves
Bezerro Encantado – Nadiel Torres
Música ao vivo
Rapahel Santos e Elenco

·         09/ Abril (Sábado) - 20:00 Horas -  ADULTO - ANARQUIA MISTICA –Paraiba - PB

Sinopse: O espetáculo Anarquia Mística compôs a programação do IV Colóquio de Estudos Lingüísticos e Literários da UEPB, celebrando e incitando uma educação alicerçada em uma anarquia mística.  Os textos que compõem a apresentação, que dura em média 40 minutos, traz um texto português e cinco textos do poeta paraibano Raniel Quintans. O espetáculo finaliza com uma experiência de expressão corporal a partir de fundo musical instrumental, representativo da cultura nordestina. Anarquia Mística esteou dia 8 de agosto em Monteiro- PB e já percorreu 7 cidades nordestinas. O grupo explica que a pretensão é contribuir para a difusão da obra poética do autor, fazendo jus a universalidade das questões levantadas pelo escritor paraibano. Lucélia Alves, assistente de direção, explica que “como o próprio título do espetáculo sinaliza, defendemos uma anarquia mística. Anarquia na educação, nas artes, na vida, anarquia por não compactuar com os jogos hierárquicos de poder, anarquia por lutar por condições para que todos possam efetivamente atuar. O místico remete a um processo interno, íntimo, é algo do âmbito do não visível, que esta para além das aparências”.
Elenco: Cristiane Agnes, Gilson Alves, Guilherme Sinésio, Lucélia Alves       Classificação: 16 anos


10/ ABRIL (Domingo) - 16:00 horas - INFANTIL -HARU-A PRIMAVERA DO APRENDIZ
(Espetáculo Convidado)

 Em uma barraca de feira, localizada em todo lugar e lugar nenhum, ficção e realidade se apresentam mescladas, descortinando um universo de mistérios. Nesse cenário múltiplo, o jovem mágico busca reconhecimento e orientação de um sábio mestre para aperfeiçoar os seus dons ilusionistas. Sem que ele perceba, cada ação que se desenrola é uma lição e um teste de magia ao mesmo tempo, que põe à prova sua vocação. O jovem aprendiz não tem consciência do seu potencial e vai descobrir junto com o público o encantamento que brota da simplicidade, num jogo lúdico onde a mágica é a verdadeira protagonista. Nesta tenda especial, teatro e ilusionismo tecem uma trama lúdica, um diálogo poético que fala a língua do sensível. HARU fala do invisível, daquilo que não é palpável, de um tempo que não se mede com os ponteiros do relógio. Mudam as estações, e HARU descobre enfim sua primavera, que sempre esteve ali e ele não conseguia ver. Nesse aprendizado mágico que vai além dos livros e das palavras, mestre e aprendiz constroem um universo paralelo, onde a ilusão é a verdade absoluta. HARU- A PRIMAVERA DO APRENDIZ é feito da crença no encantamento e no poder transformador da mágica. Transcender a realidade e mergulhar em outra dimensão que parte desta tenda especial e tem o ilusionismo como caminho e destino, é a viagem proposta por HARU. E para entrar nesse portal de ilusão, é preciso se deixar voar, é preciso acreditar! E assim, a mágica realmente acontece, mesmo que os segredos nunca sejam revelados!

FICHA TÉCNICA

CONCEPÇÃO: Rapha Santacruz & Christianne Galdino
COLABORAÇÃO DRAMATÚRGICA: Carla Denise
ENCENAÇÃO: Marcondes Lima
COLABORAÇÃO EM LINGUAGEM CÔMICA (TÉCNICAS DE CLOWN): Fernando Sampaio
INTÉRPRETES CRIADOR E DIRETOR DE ILUSIONISMO: Rapha Santacruz
ATOR CONVIDADO: Sóstenes Vidal
TRILHA SONORA ORIGINAL: Marcelo Sena
DESENHO E OPERAÇÃO DE LUZ: Eron Villar
DIRETORA DE PRODUÇÃO: Christianne Galdino
CENOGRAFIA, FIGURINOS E MAQUIAGEM: Marcondes Lima
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO e CONTRA-REGRA: Silvio Barreto
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO E GESTÃO: Carla Navarro
FOTOS E VÍDEO: Silvio Barreto

 10/ ABRIL (Domingo) - 20:00 Horas - ADULTO -  25 ANOS MATEUS E CATIRINA – MC Produções Promoções e Eventos Culturais Ltda Recife – PE.
Sinopse: A hilária comédia, 25 Anos de Munganga!,é uma coletânea de tudo o que os atores Ivan Leite e José Brito fizeram ao longo de 25 anos de estrada, interpretando em territórios nacionais e de reconhecimento internacional a famosa dupla folclórica nordestina “Mateus e Catirina”. No palco ou na rua, os artistas expõem a rotina de um casal comum, uma terapia de casal exposta ao público, que tem direito de opinar e interferir no desenrolar da história. É um misto da ingenuidade do século passado com a força do atual. Leve e divertida, a peça tem um propósito de favorecer o acesso ao conhecimento sobre a cultura nordestina, sob a ótica do artista popular e da própria região.

Ficha Técnica:  Atores: Ivan Leite, José Brito.   Texto: Ivan Leite e José Brito. Direção e Cenário: Alberto Braynner. Figurinos e Adereços: Fábio CostaDireção Musical: Maestro Forró. Designer de Luz: Saulo Uchôa. Coreografia e Trabalho de Corpo: Fernando Oliveira. Produção: MC Produções Promoções e Eventos Culturais Ltda.

 CASA  DA CULTURA – SEDE DA FETEAPE -  OFICINAS GRATUITAS

Rua: Floriano Peixoto, s/nº - raio Oeste -  2º andar – Salas 306/ 307 – São José – Fone:
                  13 e 14  de Abril –  15:00 horas - Maquiagem Artística  - André Neri

TEATRO APOLO -  Fone: 3355-3319/ 3355-3321

·         13/ Abril -  ADULTO -20:00 Horas -   20:00 HORAS - O MISTERIOSO ENCANTADO – Vanguarda Teatro Produções – Jaboatão – PE.

A narrativa foi construída em rimas e versos, “O misterioso encantado” contaà história de forma melodiosa, cadenciada  alegre e descontraída, as aventuras de um rapaz chamado João Evangelista que ao contemplar a beleza de Creusa, donzela conservada prisioneira pelo conde (seu pai), sente-se invadido por um forte desejo: tirar a moça do sobrado do conde e tomá-la como mulher. Evangelista foge com Creusa, ajudado por um pavão mecânico.  Construído a partir de diferentes versões do cordel, o espetáculo “Misterioso Encantado” valoriza ritmos populares tocados ao vivo, executados por  músicos instrumentistas misturando diversos ritmos.

Ficha técnica:

atuando na narrativa cantada e contada – billé ares
violão, flauta, e direção musical – hélio machado
bateria e efeitos– leonardo ferreira
baixo – léo calazans
teclado e escaleta – gustavo andrade
cenarios e figurinos – denilson neves
texto, musicas letras e melodias – billé ares
producão executiva – madelaine eltz
assistente de direçao – j anndrade
coreografia corporal – claudemir de abreu
mascaras e  bonecos – billé ares
genero – musica e teatro
classificação – livre

14/ Abril - ADULTO  - 20:00 Horas - ENGENHO BANGUÊ – Cia. Yakecam – Recife - PE.

Sinopse 

A poética retratada na linguagem textual de Morte e Vida Severina descreve a relação do(s) retirante(s) que narram a sua trajetória do Sertão nordestino ao litoral. Em uma linguagem que envolve o teatro-dança e que mantém a sutileza de uma série de signos típicos do nordeste brasileiro traz embarcado no espetáculo Engenho Banguê.

O espetáculo que por sua vez fala da relação entre personagens que ao longo do caminho mantém uma ligação que se trata da locomoção em busca de uma região de relativa prosperidade. Os personagens encantam-se com as maravilhas da natureza como o rio, a árvore, vales secos e com uma cantoria que é encarregada de conduzir o corpo dos atores a uma dança performática.

Diante do encontro com a morte, os personagens resolvem a tratar a morte como uma nova “vida”, trazendo a ideia do contexto principal da obra. Engenho Banguê é uma releitura da obra de João Cabral de Melo Neto ligando ao teatro social, sagrado e ritualístico transformando a relação entre o teatro tradicional com o teatro pós contemporâneo, unindo as artes num espetáculo onde se é possível retratar uma resposta para as questões de representação e reafirmação da vida diante da morte.  Direção: Otacílio Júnior.

Elenco:  Dayana Fernandes, Faby Jordanne, Fagner Fênix ,Flavia Ribeiro, Joseane Silva, Halberys Morais,   Monica Rocha , Vitor Silva, Otacílio Junior                                                                   
                                                               

·         15/Abril - ADULTO   - 20:00 Horas - O MELHOR PRESENTE   -  Theatros e Cia – Recife – PE.

Este espetáculo é uma livre adaptação do conto I Figli di Babo Natale de Italo Calvino que resultou numa paródia sobre o anuncio e nascimento de Jesus Cristo, mas que enfatiza o contexto social da mensagem, a virtude da caridade e a comunhão fraterna entre os seres humanos, independentemente de credo religioso.

Direção: Marcos Portela

TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA – Fone:3184-3057

·         16/ Abril (Sábado) - INFANTIL - 16:00 horas - A MENINA QUE BUSCAVA O SOL –Núcleo de pesq. cênica de PE – Vit. Stº     Antão- PE.

Texto: Maria Helena Kühner. Direção: Thamiris Mendes e Wedson Garcia.  A história de Putz, uma menina que não quer ter sua cor imposta e para escolher as cores que quiser, atravessa os reinos da terra, do ar, do fogo e das águas em busca do Sol, que possui todas as cores juntas. No caminho, vai se deparar com estranhos habitantes e suas escolhas de vida.

·         16/ Abril(Sábado)  -20:00 Horas -  ADULTO - A DAMA DA NOITE – Pane Produções – Garanhuns – PE.

Sinopse: Neste solo a personagem principal se autodenomina Dama da Noite uma mulher que como a flor que recebe esse nome, apenas mostra seu verdadeiro “perfume” a noite) e seu ouvinte (e interlocutor) é um sujeito que ela apenas chama de “boy”. Essa denominação nos leva a criar algumas imagens desse segundo personagem que apenas será ouvido pela protagonista; ele seria jovem, inexperiente e confuso, sendo assim, um belo exemplo de uma geração que a partir da segunda metade da década de 80 se perdeu entre excesso de liberdade e inexistência ideológica. Uma geração que nasceu preocupada em se prevenir neuroticamente contra doenças, alienada com consumos fúteis e conformada com uma sociedade administrada por políticos corruptos. A Dama da noite é a própria imagem do desencantamento e a roda que ela tanto divaga é a imagem de uma vida que a mesma não quis ou não pode seguir. Excluída de sociedade-modelo em que todos têm que ter carro, filhos, emprego e ter apenas um parceiro fixo.

 Ficha Técnica

Texto – Caio Fernando de Abreu
Elenco – Marcelo Francisco
Direção – Pacheco Neto
Direção musical – Alexandre Revoredo

·         17/ Abril(Domingo) 10:00 horas - INFANTIL  – A BICHARADA – Grupo Tam tam de Teatro - JABOATÃO – PE;

Sinopse:  A Bicharada é um espetáculo Infantil que narra a História de Cinco Animais:  Dona Galinha Tatá, MC  Macaco,  Dog Junior, Juca Jumento  e a Gata Alice, Amigos  talentosos que  decidem formar um grupo  e ir até a Cidade de Jubileu  “Que é reconhecida como a Cidade da Fama”  para começarem  a tão sonhada carreira artística.  Atores:  Jailson Diaz, Claudiane Luna,  Del Vieira,  Lidiane Souza, Wander Medeiros. Direção e Sonoplastia Carlos Mallcom.

·         17/ Abril(Domingo) 16:00 horas - INFANTIL  – POR QUE EU NÃO POSSO SER O QUE EU QUERO SER? POR QUE?  - Olinda – PE.

O espetáculo narra a história de Toinho, uma criança que passa a maioria do seu tempo no porão de sua casa brincando com seus brinquedos, como: pipa, super-herói, carrinho, bola de futebol, brinquedos ditos como de''menino'', Toinho se recusa a brincar com seus amigos principalmente as meninas. As crianças Rute e Belinha não desistindo de sua amizade decidem convidar-lo para brincar na rua, ao entra no seu porão ficam encantadas com tantos brinquedos espalhados no chão, não pensando duas vezes, pegam uns dos seus brinquedos e brincam se divertem bastante. Toinho ao perceber logo impedi, fala que seus brinquedos são de meninos e não de meninas e resolve expulsa-las do seu porão! O espetáculo infantil “Por que eu não posso ser o que eu quero ser? Por quê? De forma lúdica e poética faz uma abordagem dos valores sociais que são ditos como corretos. E provoca uma reflexão sobre as escolhas, igualdade de gênero, violência doméstica e preconceito. É uma aventura com seus mistérios e a sua magia, as músicas faz um resgate as cantigas de roda, com coreografias simples, mais, informativo. A iluminação ambienta a cena de uma forma reveladora, que dar destaque em elementos cênicos da trama.


·         17/ Abril (Domingo)  - 20:00 Horas - ADULTO - OS ANJOS DE AUGUSTO – Cia. de Teatro Baco – Aracati/Ceará.

Os Anjos de Augusto foi uma proposta desafiadora para a Cia. de Teatro Baco, pois teve como objetivo exigir do educando/artista uma concepção diferenciada de interpretação, a partir de personagens que nasceram de poemas do escritor Augusto dos Anjos. A obra poética permitiu ao grupo mergulhar nas profundezas do desconhecido, revelando as necessidades mais escondidas do sujeito/homem. Aqui, não se pretende interpretar poemas de Augusto e falar de suas histórias, mas recitarvidas de personagens fictícios/reais através de uma literatura reveladora e instigante

Afinal, todos nós trazemos um pouco de Augusto! Cada um com os seus Anjos, sejam eles bons ou maus! Porque o que importa no final de tudo não é o preto ou o branco, mas o CINZA!

Elenco: Dimitrya Kawashima, Erik Willyam, Franciane Augusta, Gabriel Bernardo, Gabrielli dos Santos, Luísa Groff Matthes, Maíra Oliveira, Matheus Nogueira, Nycollas P





Com informações da assessoria.





















Ads Inside Post