segunda-feira, 20 de junho de 2016

Odebrecht adquiriu banco só para propina, diz delator

Unidade do MEINL BANK, de viena: filial desativada pode ter sido comprada pela Odebrecht para esquema de propinas (foto: getty images/arquivo)


Um dos executivos apontados como operadores de offshores do chamado "departamento de propina" da Odebrecht disse em depoimento à força-tarefa da Lava Jato que a empreiteira controlou 42 contas offshores no exterior, sendo que a maior parte delas foi criada após aquisição da filial de um banco, o Meinl Bank Antigua, no fim de 2010.Vinícius Veiga Borin citou em delação premiada transferências "suspeitas" das contas associadas à Odebrecht que somam ao menos US$ 132 milhões.






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