quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Estudantes do programa de pós-graduação em sociologia (PPGS) – UFPE Contra a


PEC 241 Não à PEC 241 Nós, estudantes do PPGS – UFPE, vimos por meio desta carta demonstrar nosso repúdio diante da conjuntura política atual, em especial no que diz respeito à intensificação da retirada de direitos, comandada por forças que representam a velha política oligárquica que insiste em se perpetuar em nosso país. Mais do que consternados e consternadas, é com um profundo sentimento de indignação que temos nos deparado com a atuação do Congresso Nacional. Para emplacar as ações mais impopulares e desumanas contra o povo brasileiro este Congresso precisou depor uma presidenta democraticamente eleita que, embora tivesse deixado de atender aos anseios da população mais vulnerável do país, carregava consigo a legitimidade do voto popular.O discurso oficial do governo Temer – governo este que conseguiu cooptar mais de dois terços do nosso Congresso e enfraquecer a oposição congressista em nosso país, nomeando esta manobra de “governabilidade conquistada” – afirma que a PEC 241 é o “único caminho para a recuperação da confiança, que se traduzirá na volta do crescimento”. Ou seja, para o Ministro da Fazenda, congelar os gastos públicos nas áreas sociais por 20 anos é o novo “remédio amargo”. Entre as/os entusiastas desta proposta estão as/os conhecidos “especialistas” publicizados pela mídia, que reforçam a visão acima, fazendo com que parte da população se deixe iludir quanto à fatalidade da PEC da Maldade.
Mas, pelo contrário, HÁ SIM ALTERNATIVAS. E aqui listamos algumas:

 1) Auditoria (ANÁLISE profunda) da Dívida Pública, que, em 2015, consumiu 42% do Orçamento da União, com a possibilidade também de diminuição progressiva dos juros da Dívida Pública;

2) Taxação de grandes fortunas, prevista na nossa Constituição desde 1988 e até hoje não efetivada;

3) Cobrança dos altos impostos (453 bilhões em 2015) sonegados em nosso país;

4) Justiça tributária como princípio balizador da arrecadação de impostos, impondo uma tributação mais onerosa àqueles que concentram mais riquezas;

5) Fim das desonerações fiscais;

Se concordamos que saúde e educação devem ser preocupações prioritárias para o governo, como aceitar que mantenhamos por 19 anos o mesmo percentual em investimento nestes setores? Vale lembrar que em 2015 tivemos 4% do Orçamento destinado paras os mesmos. Não queremos continuar com estes valores. Em radical oposição ao que propõe o governo Temer, queremos atingir Meta 20 do Plano Nacional de Educação, que prevê a destinação de 10% do PIB para a educação em 2024.

Sabemos que esta PEC não é um caso isolado. Ela faz parte de um “pacote” retrógrado e mal intencionado, que quer nos levar de volta ao século passado, através da censura em sala de aula (“Escola sem Partido”), a privatização do Pré-Sal (que, assim, deixaria de ter garantidos 75% dos seus royalties para a educação e 25% para a saúde); a “Reforma do Ensino Médio”; o “Estatuto da Família”, a sinalização do desmonte da saúde pública, a valorização dos planos de saúde como principal meio de acesso à saúde, a falta de diálogo em relação às lutas de políticas de drogas antiproibicionistas, o enfraquecimento das políticas de gênero em todos os âmbitos da vida pública, dentre outras propostas conservadoras, que enclausuram qualquer possibilidade de experiência democrática para as próximas gerações.

Por estes motivos, dizemos NÃO à atual agenda imposta por este governo, que se utiliza de sua ilegitimidade democrática para destruir os poucos, porém valiosos, direitos sociais conquistados ao longo da nossa história. Além disso, saudamos os movimentos e ocupações que estão surgindo em todo o país contra estas medidas perversas que têm promovido a destituição dos mais pobres do orçamento público e a desqualificação do nosso bem-estar social, conquistado nas últimas duas décadas.


Estudantes do Programa de Pós-graduação em Sociologia/UFPE



segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Petrobras é patrimônio do povo brasileiro

A política brasileira de investimento na exploração do petróleo data da década de 1930, a partir do decreto-lei 366/1939 que regulava a concessão e fiscalização da pesquisa e da lavra do petróleo, a ser realizada por brasileiros ou por empresas constituídas por brasileiros, conforme determinava a constituição daquela época. Era, portanto, um documento de caráter nacionalista, mas não estatizante, e desde então é polêmico o papel da União em operações de risco.

De 1939, quando o poço de Lobato na Bahia jorrou pela primeira vez em nosso país, até chegarmos a posição de 13º maior produtor de petróleo do mundo, responsável por 2,7% da produção mundial, a exploração de petróleo no Brasil passou por diversas fases. A principal delas foi a criação da Petrobras com o objetivo fundamental da busca de autossuficiência na produção petrolífera.

Apostar no fortalecimento da Petrobras sempre rendeu bons resultados aos brasileiros. Após décadas de investimento em pesquisa, perfuração de novos poços, infraestrutura e tecnologia, com a descoberta do pré-sal a empresa está próxima de chegar ao objetivo que a concebeu. Uma das provas de sua eficiência é que por três vezes recebeu o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions em reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a exploração em águas profundas. Esse prêmio é o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.

Para se ter ideia do que isso representa em termos de produção, o índice de sucesso da exploração no mundo, na indústria do petróleo, está em torno de 25%. Ou seja, no mundo, de cada 100 perfurações, em 25 mais ou menos, encontra-se petróleo. No Brasil o índice é um pouco melhor, em torno de 30%, e na área do pré-sal a incidência sobe para 75%. No cluster do pré-sal a incidência é perto de 100%. 

Apesar de todos os resultados positivos, a Petrobras vem enfrentando uma campanha sistemática que tenta associar as descobertas de corrupção dentro da empresa ao fato desta ser uma estatal. Na realidade o setor do petróleo está entre os mais corruptos do mundo, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e com a ONG Transparency Internacional. Não é difícil encontrar nos jornais pelo mundo as notícias de escândalos em petrolíferas privadas como a Exxon. O livro Crude Awakening, denuncia décadas de relação promíscua e corrupta entre as grandes empresas de petróleo atuantes no Alaska e a elite política local. Portanto, é necessário enfrentar a corrupção, punir os corruptos e corruptores, mas preservando a empresa e seu potencial.

Quando foi criada a Petrobras, dizia-se que o monopólio teria vindo para reduzir os riscos nas atividades de refino e transporte para que a nova empresa pudesse arriscar nas atividades de pesquisa, a fim de garantir o aumento da produção nacional.  Por volta da década de 1970, com necessidade de expandir produção e dividir riscos, a legislação foi alterada, flexibilizando a participação estrangeira. Agora, com o desafio da exploração de um volume do tamanho do pré-sal, de baixo risco, alta tecnologia e grande retorno financeiro, faz-se necessária a defesa do regime de partilha constituído enquanto marco legal de exploração.

No projeto de lei de autoria do Senador José Serra, votado no Plenário da Câmara dos Deputados na quarta-feira (5/10) — embora o senador não tenha proposto o fim do regime de partilha — foi retirada a prerrogativa de ser operadora única do pré-sal, abrindo as portas para essa ameaça e comprometendo um ativo estratégico para o futuro de várias gerações que é a destinação de 75% desses recursos para a Educação e 25% para a Saúde. Além disso estamos diante de uma grande ameaça ao conteúdo nacional. Foi a nossa inteligência no setor que possibilitou a descoberta do pré-sal, aliada a vontade política que desenvolveu a cadeia produtiva do petróleo viabilizando os estaleiros e permitindo a retomada da indústria naval no Brasil, fato que ajudou a mudar a matriz econômica de Pernambuco com grandes ganhos para nosso estado e nosso povo. Votaremos os destaques nas próximas semanas. Nossa posição em mais essa batalha, como sempre, será pela defesa dos interesses do Brasil e dos brasileiros.


Luciana Santos, é engenheira eletricista, deputada federal por Pernambuco e presidenta nacional do PCdoB. 



Com informações da assessoria.





















GESTÃO E ECONOMIA DA SAÚDE | Homicídios contra as mulheres na RMR caem após Lei Maria da Penha


Por Marília Ferreira

Negra, 30 anos de idade e moradora do Recife. Esse é o perfil da maioria das vítimas de homicídios registrados na Região Metropolitana do Recife (RMR). Os resultados da tendência histórica temporal de mulheres vítimas de morte por causa não natural mostram uma curva de redução no número de homicídios de mulheres após a promulgação da lei 11.340/06. Conhecida como Lei Maria da Penha, a norma representa um marco no combate à violência contra a mulher, segundo a dissertação de mestrado “Impacto da Lei Maria da Penha na violência contra a mulher no Recife e Região Metropolitana: uma análise de tendência temporal”, defendida por Ana Lúcia Guerra Albuquerque Magalhães no Programa de Pós-Graduação em Gestão e Economia da Saúde da UFPE, em março deste ano.

Para a coleta de dados, a autora realizou, sob orientação do professor Arnaldo de França Caldas Jr. e coorientação da professora Flávia Emília Cavalcante Fernandes, um estudo nos atestados de óbitos de mulheres vitimadas por causas externas registrados nos municípios de abrangência do Instituto de Medicina Legal Antônio Persivo Cunha, emitidos no período entre 2000 e 2012. “A violência contra as mulheres possui níveis alarmantes no Brasil. Resultados de uma cultura de silenciamento, esses crimes, durante muito tempo, permaneceram restritos ao âmbito privado. Já dizia o ditado: 'em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher'. Então, com a implantação da Lei e o consequente aumento das denúncias, é de se esperar uma redução nas mortes”, justifica a autora.

Conforme é apresentado na dissertação, a quantidade de mortes que são noticiadas e que contribuem para o aumento das estatísticas trazem à tona uma questão preocupante: a subnotificação nos casos de agressões e abusos cotidianos. Ainda há muitas mulheres que vivenciam um histórico de agressão mas, por medo ou desconhecimento, não denunciam o agressor ao primeiro sinal de violência doméstica. Ou seja, a impotência diante de um relacionamento abusivo cria um ciclo vicioso, que começa com as agressões verbais que logo se convertem em agressões físicas – e não são raros os casos que levam até o assassinato. “É uma questão cultural. A mulher se cala por vergonha, submete-se a essa situação por vários motivos, mas o principal é por acreditar que o companheiro tem poder sobre ela. A violência é gradual e, ao mesmo tempo em que a mulher não fala, ela vai aguentando a violência cotidiana e termina chegando ao extremo”, completa.

O estudo mostra que no período analisado, de um total de 3.261 óbitos em geral, os homicídios de mulheres nos municípios da Região Metropolitana responderam por 1.537 (47,13%) das necropsias registradas, superando os 1.468 acidentes (45,02%) e os 256 (7,85%) suicídios. O total de homicídios, quando avaliado no período antes da Lei Maria da Penha, corresponde a 52,93% dos assassinatos, já com relação ao período após a vigência da lei foi de 41,75%. Analisando a evolução dos óbitos por causas externas no período de 2000 a 2012, observa-se que a partir de 2007 o número de ocorrência de homicídios permanece abaixo dos valores ocorridos no período anterior à implantação da lei. Os acidentes começam a superar os homicídios em 2008, mantendo essa tendência até 2012. Os dados encontrados mostram que, após a implantação da lei, a chance de a mulher morrer por homicídio reduziu em 25,5%, porém a probabilidade de ser vítima de assassinato em comparação às outras formas ainda é de 46,13%. 

Segundo números relativos à raça das vítimas, observou-se que 90,05% das vítimas de homicídios eram mulheres não brancas. No período antes da lei, as não brancas representavam 91,34% das vítimas e as brancas correspondiam a 8,66%. Depois da lei, 88,53% foi o percentual de não brancas e 11,47% foi o número de brancas. Outra informação é que 41,31% das vítimas moravam no Recife. “Embora as negras ainda sejam as maiores vítimas, houve uma diminuição das negras e um aumento das brancas. Talvez, se pensarmos na questão da violência doméstica, o número de brancas aumentou porque o que se deduz é que elas estejam rompendo as barreiras do silenciamento e denunciando mais”, explica a autora.

CHUMBO | Os instrumentos mais utilizados nos homicídios foram os perfurocontundentes (projéteis de arma de fogo, chumbo das espingardas, etc.), com 70,26%, dos casos analisados em todo o período. Observou-se uma redução na utilização do tipo de instrumento perfurocontundente, passando de 73,15% antes da implantação da lei para 66,86% após a lei. Em seguida estão os contundentes com 13,43% (pedra, barra de ferro etc.) e os perfurocortantes 12,14% (canivete, punhal, facão, etc.). “A diminuição dos homicídios por arma de fogo, com aumento da utilização dos demais instrumentos pode indicar que, embora tenha culminado em morte, o agressor foi levado por forte emoção a utilizar qualquer instrumento próximo de seu alcance, de forma impulsiva, diminuindo os crimes de forma premeditada, mais comumente cometidos com arma de fogo”, afirma Ana Lúcia.

A parte do corpo mais atingida nos homicídios segue a tendência geral, com o complexo craniofacial obtendo 44,91% em todo o período – antes da lei com 41,56% e depois chegando a 48,86%. “Esse dado leva a crer que o agressor, além de provocar a morte, quer marcar socialmente a vítima, por se tratar de uma região visível, no intuito de causar sentimento de humilhação à mulher”, analisa. Na pesquisa observou-se, ainda, que o maior número das mulheres vítimas de homicídios tem entre 20 e 29 anos de idade, além do aumento na média da idade das vítimas de homicídio. Antes da lei, a média foi de 29,09 anos, passando para 30,91 anos.

A autora acredita que as ações de políticas públicas e punições mais severas aos crimes de violência têm mudado a realidade de muitas mulheres, mas a efetividade ainda é maior nas capitais e regiões metropolitanas, com as cidades interioranas precisando de mais atenção. “A Lei Maria da Penha possui méritos por permitir punições mais condizentes com a gravidade dos atos cometidos, porém a sociedade brasileira ainda está longe de garantir plena autonomia às mulheres e as raízes estão na cultura machista”, afirma.







Com informações da assessoria.























































Proacad divulga Calendário Acadêmico de 2017 para os cursos de graduação


O Calendário Acadêmico de 2017 já está disponível no site da Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos (Proacad) da UFPE. O edital de matrícula do semestre 2017.1 será divulgado no dia 22 de janeiro e o período de matrículas vai do dia 2 até às 16h do dia 6 de fevereiro. As aulas do primeiro semestre letivo começam no dia 20 de fevereiro.
Os retardatários podem fazer a matrícula nos dias 23 e 24 de fevereiro, sendo que no último dia será até às 16h. Já o período de modificação, correção de matrícula, trancamento e matrícula vínculo vai do dia 20 de fevereiro até às 16h do dia 6 de março. As aulas do semestre letivo 2017.1 irão até o dia primeiro de julho.
O edital de matrícula do semestre 2017.2 será divulgado no dia 9 de julho e o período de matrículas vai do dia 20 até às 16h do dia 24 de julho. As aulas do segundo semestre letivo de 2017 se iniciam no dia primeiro de agosto para os três campi.
Os retardatários podem fazer a matrícula nos dias 7 e 8 de agosto, sendo que no último dia será até às 16h. Já o período de modificação, correção de matrícula, trancamento e matrícula vínculo vai do dia primeiro até às 16h do dia 11 de agosto. As aulas do semestre letivo 2017.2 irão até o dia 2 de dezembro. Os feriados, pontos facultativos e demais datas podem ser conferidos no calendário.
A previsão é que o edital de matrícula 2018.1 seja divulgado no dia 21 de janeiro de 2018 e que as aulas do primeiro semestre letivo tenham início no dia 19 de fevereiro de 2018.
Mais informações
Proacad
(81) 2126.8105 / 8114





Com informações da assessoria.

























terça-feira, 18 de outubro de 2016

Dia do Ecumenismo

Data é celebrada com ato ecumênico no Templo da Boa Vontade

Desde 2003, é comemorado, em 21 de outubro, o Dia do Ecumenismo, com a proposta de promover a paz e o entendimento entre os diversos campos do conhecimento e do saber, fazendo da bandeira do respeito a base para a harmonia entre os seres humanos, a união e o entendimento entre os povos. A data celebrada em várias cidades brasileiras, entre elas Brasília/DF, homenageia também o Templo da Boa Vontade (TBV), Templo do Ecumenismo Divino, inaugurado em 21 de outubro de 1989, na capital federal.

A data será marcada com um ato ecumênico a ser realizado na sexta-feira (21/10), às 19 horas, na Nave do Templo da Boa Vontade, com a participação de lideranças religiosas e representantes de diversas áreas do saber humano e de organizações da sociedade civil. Depois da cerimônia, haverá o momento “Parabéns ao TBV”.

Ecumenismo para a Paz
Inaugurado pelo jornalista, radialista, escritor e diretor-presidente de Legião da Boa Vontade (LBV), José de Paiva Netto, em 21 de outubro de 1989, o Templo da Boa Vontade, mantém suas portas abertas a todas as pessoas interessadas em usufruir de sua ambiência de paz, de tranquilidade e de seu ideal ecumênico. Considerado uma das Sete Maravilhas de Brasília, o Templo da Paz, como também é conhecido recebe anualmente mais de um milhão de peregrinos, segundo dados da Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF). Seus ambientes são propícios à meditação, ao recolhimento e à prece.

Serviço
Evento: Ato ecumênico pelo Dia do Ecumenismo e em homenagem ao aniversário do Templo da Boa Vontade
Onde: Nave do TBV (Quadra 915 Sul – Brasília/DF)
Quando: 21/10 (sexta-feira)
Horário: 19 horas
Classificação: Livre
Entrada: Franca
Informações: (61) 3114-1070 — www.boavontade.com





Com informações da assessoria.























Senar PE capacita instrutores para orientar profissionais do setor calçadista


O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Pernambuco (Senar- PE) realizou esta semana a capacitação dos seus instrutores no curso “Confecção de Calçados em Couro”. O treinamento, iniciado na última quarta-feira (12), seguiu até este sábado (15), na sede da Coperata, no Recife, e teve carga horária de 32h.

De acordo com a supervisora de Treinamentos do Senar Pernambuco, Renata Rodrigues, o curso forma instrutores para que eles difundam conhecimentos e técnicas sobre a confecção de sapatos em couro para os profissionais que atuam nas diversas atividades compreendidas pelo setor calçadista em todo o Estado.  “Atualmente, a produção de calçados tem se baseado tanto nas vocações populares, como nas tendências de moda de cada região. Esse fator, aliado a aplicação de técnicas inovadoras, favorece a identidade cultural de Pernambuco, sem perder estilo e padrão de qualidade”, avaliou.

O empresário e consultor responsável pelo curso, Lucivan Batista, explica que é grande a demanda do mercado por mão-de-obra qualificada nesse ramo e que, essa é uma oportunidade rara de qualificação, porque os instrutores foram capacitados nas formas de confecção artesanal, industrial e pré-montado. “Daqui eles saem aptos para realizar os processos manuais e mecânicos na confecção de calçados, efetuar cortes em couro e realizar acabamentos artesanais, além de conhecedores das principais tecnologias do segmento”, pontuou o consultor.

O artesão Ivan Tavares é um dos instrutores capacitados no curso “Confecção de Calçados em Couro”. Ele trabalha há vinte anos com a produção de artefatos em madeira e viu no treinamento a oportunidade de dinamizar sua atividade nos dois eixos de atuação (educador e autônomo). “Através desse curso eu alcei mais um degrau na minha carreira, e ainda, terei a oportunidade de repassar o aprendizado para os próximos alunos, de forma a torná-los competentes e prontos para desenvolver uma nova função”, declarou o instrutor.

Todos os cursos oferecidos pelo Senar Pernambuco são gratuitos e oferecem infraestrutura e material de aprendizado completos, com foco na prática profissional e em suprir as necessidades do mercado empregatício de cada região. “Esse modelo de qualificação resulta no alto índice de empregabilidade e na promoção social das pessoas do meio rural, por meio do conhecimento profissional”, destacou Adriano Moraes, superintendente da entidade.
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Com informações da assessoria.






















Mutirão para prevenção do câncer de próstata cadastra a partir de hoje (18)

Com o objetivo de cadastrar os pacientes que serão atendidos no mutirão de prevenção e detecção do câncer de próstata – que será realizado no dia 19 de novembro no Hospital das Clínicas, dentro do cronograma de ações do Novembro Azul –, o Serviço de Urologia convoca os interessados para realizarem o seu pré-agendamento.
De amanhã (18) a sexta-feira (21), homens acima dos 50 anos ou aqueles com 45 com antecedentes de câncer de próstata na família, sejam pacientes ou não do HC, devem ligar para o telefone (81) 2126-3649, das 8h às 12h, ou se dirigir ao ambulatório de Urologia, localizado no 5º andar do HC, nesse mesmo horário, para que seja feito o pré-agendamento. No total, serão oferecidas 150 vagas.
Na semana seguinte, de 24 a 28 de outubro, estes pacientes cadastrados irão ao Ambulatório de Urologia do HC para realização de uma consulta médica. Na ocasião, eles serão encaminhados ao Laboratório de Análises Clínicas do HC para que seja feito o exame de sangue de Antígeno Prostático Específico (PSA).
E, no dia do mutirão, 19 de novembro, estes pacientes terão uma consulta com um urologista que irá analisar o resultado do PSA, realizar o exame de toque retal e dará esclarecimentos a respeito da doença.
“A importância desta campanha é alertar aos homens que com o diagnóstico precoce do câncer de próstata é possível curar ou tratar a maioria dos pacientes. Outro ponto é que queremos difundir a ideia, retirando o preconceito ainda existente, da relevância da realização do exame de toque retal”, comentou o chefe do Serviço de Urologia do HC, Fábio Vilar.
O HC promoverá outras ações dentro do Novembro Azul, como, no dia 18 de novembro, um mutirão de cirurgia em pacientes do HC (prioritariamente em uso de sonda) previamente selecionados. No total, estarão envolvidos no mutirão dez urologistas, seis residentes do Programa de Urologia do HC-UFPE, 15 estudantes de Medicina e cerca de dez enfermeiros.





Com informações da assessoria.






















Sesi e ABPMP promovem, nesta terça (18), encontro sobre gestão de processos para aperfeiçoar resultados nas empresas

A Associação Brasileira de Gestão de Processos de Negócios (ABPMP) e o Serviço Social da Indústria de Pernambuco (SESI/PE) realizam, nesta terça-feira (18), das 8h às 17h, o BPM Day, evento referência nacional em gestão de processos. Sob a temática "Processos e suas conexões", a 80ª edição do evento vai discutir as modernas técnicas de gestão de processos para melhoria dos resultados organizacionais. O encontro será na sede do SESI, na avenida Cruz Cabugá, 767, Santo Amaro, em Recife. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site http://www.abpmp-br.org/bpm-day-pernambuco-18102016/. Mais informações pelo telefone (81) 3412.8475.

“O evento será uma oportunidade para empresários, executivos e profissionais da área realizarem um benchmarking sobre a gestão de processos, essa importante ferramenta para o desenvolvimento de organizações, sejam elas privadas ou públicas”, afirma o superintendente do SESI/PE, Nilo Simões.

Para isso, o encontro apresentará casos práticos de implementação da metodologia de gestão de processos de negócios, também conhecida como BPM, onde cada aspecto da ferramenta será discutido. Entre eles estão: o papel das pessoas, a gestão para aperfeiçoar resultados e como fator para gerar valor para o cliente, a desburocratização de processos para aprovar projetos, a modelagem de processos para otimizar e padronizar projetos de certificação e educação, os benefícios da implantação do BPM em projetos hospitalares. Para finalizar o evento, haverá uma mesa de debate.

O BPM Day Pernambuco também conta com o apoio da Federação das Indústrias de Pernambuco (FIEPE), do Instituto de Gestão de Projetos secção Pernambuco (PMI chapter Pernambuco), do Innovo Group e da Associação Brasileira de Recursos Humanos seccional Pernambuco (ABRH-PE).





Com informações da assessoria.























ESA-PE recebe palestra de professora da Università di Camerino

Maria Cristina De Cicco fala, no dia 19/10, às 15h, no auditório da OAB-PE, sobre parceria com a ESA-PE e intercâmbio para advogados e estudantes na Itália 

Aprender uma nova língua e ainda conhecer novas culturas é ampliar os horizontes. Pensando nisso, a Escola Superior de Advocacia de Pernambuco (ESA-PE), da OAB-PE, lançou o programa Atravessando Fronteiras, no qual firmou parceria com algumas  escolas de idioma do Recife para oferecer aulas presenciais e intercâmbios, com descontos. No próximo dia 19 de outubro, a partir das 15h, a professora do departamento de Direito Privado da Università di Camerino, na Itália, Maria Cristina de Cicco, fará uma palestra no auditório da OAB-PE (rua do Imperador, 235, Santo Antônio, Recife). Na ocasião, os advogados pernambucanos e estagiários inscritos na OAB-PE terão a oportunidade de tirar dúvidas e saber maiores detalhes sobre o curso de italiano jurídico.

“A professora vai falar sobre toda a estada do aluno durante o intercâmbio, falar sobre a universidade, as disciplinas e, principalmente, do ordenamento jurídico italiano”, detalha a coordenadora do núcleo de direitos humanos e cidadania da ESA-PE, Helena Neves Regueira. O acordo de cooperação internacional, firmado entre a ESA e Università di Camerino, oferece  também a oportunidade de participação dos professores italianos em seminários, congressos e eventos da área – e vice-versa.

 A próxima turma tem início em janeiro de 2017. O curso tem duração de quatro semanas, divididas em 40 horas/aula de língua italiana na Scuola Dante Alighieri e 40 horas/aula de introdução ao Direito italiano. O aluno tem direito à hospedagem em apartamento duplo, passeios culturais, participação em eventos, acesso à biblioteca jurídica e ao campus esportivo. “É uma oportunidade única na vida do profissional ou estudante de aprender um novo idioma e, assim, abrir caminhos para novos trabalhos e contratos internacionais”, complementa. Inscrições no site www.esape.com.br





Com informações da assessoria.























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